
| Expansão do Universo |
| Big Bang |
| Radiação de Fundo |
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| Nucleosíntese na formação do Universo |
Prótons e nêutrons começam a ficar ligados em núcleos quando
o Universo tem
,
milhões K,
formando
hidrogênio, deutério (p+n), e hélio, até uma
idade de 4 minutos.

Somente depois
de 380 000 anos,
K, os elétrons se
combinam com os núcleos, formando átomos neutros.
Como
não existem então mais elétrons livres para espalhar
os fótons, o Universo passa de opaco para transparente
e, a partir de então, a matéria e a radiação evoluem
independentemente. Esta radiação de 3 000 K, expandindo-se com
o Universo,
é o que detectamos como radiação do
fundo do universo.
Depois de 380 milhões de anos as primeiras estrelas começam a ser formar e somente um bilhão de anos depois do Big Bang é que as galáxias começam a se formar.

Desde a formação das estrelas mais velhas, somente
10% da massa de hidrogênio inicial pode ter sido
convertida em hélio, por fusão nuclear no
centro das estrelas. A maior parte deste hélio
ainda está no interior das estrelas. Portanto,
os 25% (em massa, 10% em número) de hélio observados
no gás interestelar
e na atmosfera das estrelas foram necessariamente
formados no Big Bang.
| Composição química do Sol | ||||||||||||
Todos os elementos mais pesados que H e He foram produzidos no interior das estrelas.
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Estrelas super jovens T Tauri
Estrelas binárias Existem duas teorias principais para a formação de planetas: fragmentação do disco proto-planetário [Alan Paul Boss (1951-), 2003, Astrophysical Journal, 599, 577] ou acréscimo de massa dos planetesimais [Shigeru Ida (1960-) & Douglas N.C. Lin, 2004, Astrophysical Journal]. Neste último artigo, Ida e Lin propõem a existência de um "deserto de planetas" com massas entre 10 MTerra e 100 MTerra, e distâncias menores que 3 UA, já que os planetesimais crescem rapidamente e migram para distâncias maiores se formados na região mais interna. © Modificada em 2 jul 2020 |