Durante 2024 estivemos em Sol máximo, no ciclo de 11 anos, mas a maioria das manchas ocorreram no hemisfério sul do Sol. Em janeiro de 2025 o número de manchas no hemisfério norte cresceu, com a possibilidade de um novo máximo este ano. (22 fev 25)
Cometa ATLAS C/2024 G3 está visível com magnitude 1.4 logo depois do por do Sol (17° do Sol e 34°de Vênus). Esta foto, de 2s de exposição, foi obtida por Warley S. em Timóteo, MG. (19 jan 25)
Estamos no máximo deste ciclo solar, com muitas tempestades solares atingindo a Terra cada semana. Esta explosão no Sol dia 26 out 24, que chegou à Terra dia 28, mas causando só uma tempestade magnética fraca. Outra ocorreu dia 24 out 24. (28 out 24)
(2 out 24)

O objeto mais distante observado, HD1, com z=13,3, indicando que foi formado 13,5 bilhões de anos atrás, foi descoberto por
Fabio Pacucci, Pratika Dayal, Yuichi Harikane, Akio K. Inoue, e Abraham Loeb, do Harvard & Smithsonian Center for Astrophysics, e publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters, em
7 de april de 2022. A grande quantidade de luz ultravioleta que emite vem ou de uma região com altíssima taxa de formação
de estrelas, mais de 100 estrelas por ano, ou de um buraco negro supermassivo ativo, ou de uma combinação dos dois. As observações foram feitas com múltiplos telescópios, incluindo o Telescópio Espacial Spitzer Space, o telescópio Subaru no Hawaii, e o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), no Chile. Esta detecção ainda precisa de confirmação espectroscópica.
(8 abr 22)
Imagem construída a partir das observações milimétricas no Atacama Large Millimeter Array (ALMA) da estrela jovem PDS 70, com seu grande disco de gás, o planeta com massa e tamanho similar à Jupiter, e um disco de poeira próximo a este planeta, que está formando possivelmente tres satélites. (25 ago 21)
Imagem do buraco negro no centro da galáxia M87, combinando os dados de polarização em rádio frequências do conjunto de telescópios do Event Horizon Telescope com os dados milimétricos do Atacama Large Millimeter Array, mostrando o efeito do buraco negro central em nuvens de gás e poeira se estendendo por 5000 anos=luz. (8 ago 21)
Restauração de uma imagem obtida
em Sobral, CE em maio de 1919 pelos astrônomos ingleses Andrew Crommelin e Charles Rundle Davidson com uma lente de 10 cm, que comprovou o desvio da luz pelo Sol,
comprovando a teoria da Relatividade Geral de Einstein. A restauração foi feita por Petr Horálek (ESO Photo Ambassador, Institute of Physics in Opava)
e Miloslav Druckmüller (Brno University of Technology), ambos na República Tcheca,
usando o software
Noise Adaptative Fuzzy Equalization (NAFE), após
cerca de 50 horas de restauração manual.
As estrelas 65 e 67 Tauri estão no canto inferior direito da imagem, deslocadas como predito por Einstein.
Cometa C/2020 F3 NEOWISE, descoberto em março 2020 pela missão NEOWISE, só está visível no hemisferio norte, até o dia 20/7/20. (11 jul 20)
Dados do Observatório de Raio X Chandra mostra que o gás ionizado (em vermelho) gerado pela colisão de duas galáxias a uma velocidade de aproximadamente 10 milhões de quilometros por hora
alcança um temperatura de 20 milhões de Kelvin. O gás mostrado em azul também emite raio X, mas tem pemperatura mais baixa. Da massa total de 100 trilhões de massas solares, aproximadamente 83% está na forma de matéria escura,
16% na forma de gás quente e somente 1% na forma de estrelas. (18 dez 19)
Os cinco novos satélites de Júpiter, na foto obtida pela espaçonave Juno,
reportados em 2018, receberam nomes oficiais, pela União Astronômica Internacional:
Pandia, deusa da lua cheia,
Ersa, deusa do orvalho,
Eirene, deusa da paz,
Filofrosina (Philophrosyne), espirito das boas-vindas e bondade, e
Eufemia (Eupheme), espirito de boa vontade. Lista completa.
(26 ago 19)
Primeira imagem
do horizonte de eventos de um buraco negro, no centro da galáxia Messier 87 (M87), descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 1781. O buraco negro tem 6,5 milhões de massas solares, e raio de 20 bilhões de km, observado com interferometria em ondas de rádio pelo conjunto Telescópio Horizonte de Eventos. A forma assimétrica do disco é causada pela rotação da matéria, plasma, que vai cair no buraco negro. A ausência de luz vindo da região central (horizonte de eventos, a borda onde a velocidade de escape é igual à velocidade da luz) é o ponto crucial da detecção, pois exclui matéria normal, como um aglomerado denso de estrelas ou supernovas. A galáxia está a 53,5 milhões de anos-luz de distância, no aglomerado de Virgem. Enquanto o horizonte de eventos tem 1,5 dias-luz de extensão, a galáxia tem 490 mil anos-luz de raio.
2019, ApJ, 875, L1: Event Horizon Telescope Collaboration,+: First M87 Event Horizon Telescope Results. I. The Shadow of the Supermassive Black Hole.
(12 abr 19)
Foto do asteróide Ultima Thule
(2014 MU69), com cerca de 34 km de extensão, fotografado pela New Horizons em 1/1/2019, a 6,4 bilhões de km da Terra. (2 jan 19)
Júpiter tem um polo magnetico extra, de acordo com o artigo de Kimberly Moore, da Universidade de Harvard,
publicado em 6/set/18 na Nature.
Ejeção coronal de massa do Sol dia 19.04.17
Antes de perder seus coletores solares, o satélite japonês de raio-X Hitomi observou detalhes do núcleo do aglomerado de galáxias Perseus, a galáxia ativa NGC 1275, nesta imagem composta
com dados do satélite Chandra. (10 jul 16)
Eclipse Solar total na Indonésia, fotografado do satélite japonês Himawari-8 (9 mar 16)
Imagem da Nuvem de Órion obtida por Arthur Alencastro Puls, Daniel Ruchel Dutra, Guilherme Couto e Alan ALves Brito,
em fevereiro de 2016, no Observatório do Campus do Vale da UFRGS. Foram usados três filtros: 27A (vermelho), Orion Ultrablock (verde) e B-440 (azul). (4 mar 16)
957 galáxias encontradas por observações em HI 21 cm na direção do plano da V ia Láctea (24 fev 16)
Artigo do Dr. Horácio Dottori (14 fev 16)
Melissa Ness, do Max Planck Institute for Astronomy, na Alemanha, e colaboradores, apresentaram um mapa de idades de 700 mil estrelas
gigantes vermelhas da Via Láctea, usando os espectros do Apogee do SDSS, mostrando que a nossa Galáxia se formou do centro para fora. (12 jan 2016)
Imagem de Plutão obtida pelo satélite New Horizon em julho/2015.
Imagem direta obtida por
Masayuki Kuzuhara (National Astronomical Observatory of Japan) e colaboradores com o telescópio de 8,2 m
Subaru do planeta com massa entre 3 e 8,5 massas de Júpiter a 44 unidades astronômicas da estrela tipo solar GJ 504, também chamada de 59 Virginis.

11/01/13 Lua Nova (17:44) 01/01/13 Periélio (menor distância ao Sol) da Terra, d=147 100 000 km (21:59:00) 28/12/12 Lua Cheia (08:21) 25/12/12 Conjunção da Lua com Júpiter (21:02:00) 21/12/12 Solstício de verão - Sol em máxima declinação sul (08:12:00) 13/12/12 Lua Nova (05:42:40) 11/12/12 Mercúrio em brilho máximo, com magnitude=-0,5 (00:38:17) 13/11/12 Lua Nova (19:09:07) 13/11/12 Eclipse Solar Total, não visível no Brasil (17:39:01) 22/9/12 Equinócio de Primavera (12:49) 20/6/12 Solstício de Inverno (21:09:20) 05/6/12 Trânsito de Vênus pelo disco solar, não visível do Brasil 04/6/12 Eclipse da Lua (09:03:23) 25/5/12 Eclipse Lunar Penunbral (01:09:50) 21/5/12 Eclipse Solar Anular, invisível do Brasil 18/4/12 Mercúrio em máxima elongação Oeste (15:34:19) 15/4/12 Saturno em oposição (16:28:16) 27/3/12 Vênus em maior elongação leste, 46°02' do Sol (05:41:56) 20/3/12 Vênus em periélio (22:59:54) 20/3/12 Equinócio (dia=noite), Sol cruza equador, início do outono no hemisfério sul (02:14:52) Horários em GMT-03:00 (Hora Local de Brasília) Coordenadas de referência: São Paulo/SP: -46.6167E, -23.5333W
(23 Apr 12)
O planeta Kepler 22b descoberto pelo Satélite Kepler
tem uma órbita dentro da região habitável, isto é, que pode conter água
líquida, em torno de sua estrela,uma G5, um pouco menos massiva que o Sol.
Está a 600 anos-luz de distância, tem um período orbital de 290 dias
e um diâmetro 2,4 do da Terra. Embora a órbita indique uma temperatura
do planeta entre -11 a -48 C, o planeta pode ter uma
atmosfera com efeito estuda suficiente para aquecê-lo.
Robert Benjamin (University of Wisconsin) e
colaboradores usando dados do Spitzer e do rádio telescópio de 1,2m de diâmetro do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, deduzem que a Via Láctea tem somente dois braços e não quatro como
se pensava anteriormente. (27 maio 2011).
(11 julho 2009)
Combinação de imagens do Gemini (8m) e Keck (10m)
por Christian Marois e colaboradores, do Canadá, comprovam que
existem de fato pelo menos três planetas no sistema da estrela HR 8799,
com massas entre 5 e 13 massas de Júpiter.
Eles obtiveram a primeira imagem de um sistema planetário extrassolar, a 130 anos-luz, na constelação de Pegasus.
(14 nov 08).
Meteorito cai no Perú. Um meteorito
abriu uma cratera de cerca de 20 metros de extensão na localidade de Puno, no Perú. Como a cratera na Terra
tem aproximadamente 10 vezes o tamanho do meteorito, ele deveria ter cerca de 3 metros de extensão.
Várias pessoas sentiram-se mal após a queda, o que pode ter sido causado pela vaporização
de enxofre e outras toxinas (possivelmente existentes no local), pela energia do impacto.
(19 set 2007)

A supernova
super-brilhante 2006gy
foi causada pelo colapso de uma estrela massiva.
Se a supernova fosse devido ao colapso de uma anã-branca, ela deveria ter sido 1000× mais
brilhante em raio-X do que detectado pelo Chandra.
Na imagem no ótico à esquerda, a fonte mais fraca é o núcleo
da
galáxia S0/Sa NGC 1260,
a 238 milhões de anos-luz de nós.
No raio-X, as duas fontes são parecidas.
Cada imagem tem 2,5 segundos de arco.
A energia emitida, 1×1051 ergs, corresponde a 22 MSol de 56Ni.
Nathan Smith, Weidong Li, Ryan J. Foley, J. Craig Wheeler, Dave Pooley, Ryan Chornock, Alexei V. Filippenko, Jeffrey M. Silverman, Robert Quimby, Joshua S. Bloom, Charles Hansen propõem
que se trata da explosão de uma estrela com massa muito maior que 40 massas solares,
com perda de massa insuficiente para ejetar completamente o extenso envelope de H
antes da explosão.
Imagem de Io, satélite de Júpiter com 3630 km de diâmetro, obtida pela
Câmera de Imageamento Multicor do satélite New Horizons, da NASA,
mostrando uma pluma gigantesca do vulcão Tvashtar. (2 maio 2007)
(21 fev 2006)
Imagens de maio de 2005 obtidas pelo
Telescópio Espacial Hubble mostram, além do satélite
Caronte descoberto em 1978, dois outros objetos menores
orbitando Plutão. Em fevereiro de 2006 novas
observações confirmaram estes
dois novos satélites, chamados neste momento de S/2005 P1
e S/2005 P2. (31 out 2005 e fev 2006)
Décimo planeta? 2003 UB313, um asteróide do cinturão de
Kuiper, descoberto por
Mike Brown, do CALTECH,
maior do que Plutão e, portanto, deveria ser classificado
como um planeta, se se mantivesse Plutão como planeta. O asteróide
provavelmente foi deslocado de sua órbita por Netuno, e tem
um plano de órbita bem inclinado em relação ao dos planetas.
Na verdade Plutão é também um asteróide e só mantinha
a classificação de
planeta por motivos históricos.
(13 set 2004)

Cassini observa primeiros detalhes da superfície de Titã, satélite de Saturno (7 jul 2004)
Cometa Wild 2, fotografado pela sonda Stardust da NASA em 2 jan 2004,
a 236 km do cometa, que tem 5 km de extensão. As crateras chegam a 150 metros
de profundidade. (21 jun 2004)
Imagem do cometa C/2001 Q4 NEAT obtida por Gustavo Malta Salerno
em 29/abr/2004 em Porto Alegre RS, com o telescópio
de 28 cm de diâmetro e câmara CCD do
no observatório Parobé do CMPA.
(13 maio 2004)
Usando a ótica adaptativa do telescópio Keck, de 10m, no Hawaii,
os astrônomos Imke de Pater, Mate Adamkovics e colegas da UC Berkeley,
montaram um pequeno filme da atmosfera
opaca da lua Titan de Saturno. (28 abril 2004).
Foto do cometa Bradfield (C/2004 F4) em 24 de abril de 2004, com magnitude 4,
fotografado pelo fotógrafo japonês Sho Endo,
com exposição de 27s em filme 400 ASA. (25 abril 2004)
Mercúrio, com magnitude -0,7 está a 10 graus de altura Vênus, com magnitude -4,3 está a 22 graus de altura Lua, crescente, está a 22 graus de altura, bem próxima de Vênus Marte, com magnitude 1,3 está a 28 graus de altura Saturno, com magnitude 0 está a 37 graus de altura Júpiter, com magnitude -2,4 está no horizonte leste, a 13 graus de altura
O espectrômetro infravermelho da Mars Global Surveyor, da ESA, detecta
diretamente a presença de água no pólo sul de Marte. A detecção anterior
era do hidrogênio, não de água diretamente.(23 jan 2004)
Imagem de Marte obtida pelo
Prof. Horacio Dottori
e Gustavo Malta Salerno na
noite de 26/08/03, entre 10 e 11 da noite com o telescópio
Celestron de 11" (28 cm) do
projeto Telescópios Virtuais no observatório Parobé do CMPA.
As exposições que foram somadas nesta foto
foram com tempos de 0.12 a 0.5 s, com os filtros BGR e a câmera
ST7 da SBIG, refrigerada com efeito Peltier, anexada ao telescópio.
(29 ago 2003)
Em 27 de agosto de 2003, Marte esteve mais próximo da Terra
do que nos últimos 60 000 anos, de acordo com os cálculos iniciais de
Jean Meeus, da Bélgica e
refinados pelo especialista
orbital Myles Standish do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.
Marte esteve em oposição, isto é,
visível a meia noite real do local.
A distância é de 55.758.006 km (0,373 U.A.),
pois Marte esteve em oposição e
próximo do seu periélio, isto é, de sua distância mais próxima do Sol,
enquanto a Terra esteve próxima de seu afélio, isto é, de
sua distância mais longe do Sol. Sua magnitude então é de -2,9,
isto é, 2,3 vezes mais brilhante do que na última oposição, em 2001,
quando Marte estava a 68 milhões de km da Terra.
Marte fica aproximadamente a esta distância a cada 15 ou 17 anos.
Na oposição de 1971, Marte estava a 56,2 milhões de km, somente 1%
maior do que a distância de 2003.
Mesmo a esta distância, Marte tinha somente 25,1 segundos de arco
de diâmetro angular (1% do tamanho da Lua) e, portanto, seu disco
só pode ser visto com telescópios
(A.R=22h40m, Dec= -15,5°).
Para comparar, seu tamanho em 1 de julho era 17 segundos de
arco. Sua cor vermelha é característica.
Mas Vênus está ainda 2,5 vezes mais brilhante,
com magnitude -3,9.
(29 ago 2003)
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