Procura (Search) de Texto Novidades Fundo Musical

Astronomia e Astrofísica

Astronomia na Antigüidade
Constelações
A Esfera Celeste
Sistemas de Coordenadas
Trigonometria Esférica
Posições do Sol
Estações do Ano
Insolação
Medidas do Tempo
Data da Páscoa
Simulações dos Satélites GPS
Lua
Fases da Lua
Simulação das Fases da Lua
Eclipses
Cálculo das Sombras
Órbita dos Planetas
Tycho, Kepler e Galileo
Simulação das Leis de Kepler
Determinação da Órbita de Marte por Kepler
Newton
Leis de Kepler Generalizadas
Efeitos de Maré
Precessão do Eixo da Terra
Sistema Solar
Planetas do Sistema Solar
Corpos Menores do Sistema Solar
O Sol - Nossa Estrela
Origem da Vida e Vida Extraterrestre
Planetas Extrassolares
Distâncias e Paralaxe
Estrelas Binárias
Efeito Doppler
Fotometria
Cor e Temperatura das Estrelas
Espectroscopia
Tratamento de Imagens CCD
Estrelas e Diagrama HR
Temperatura e Pressão
Evolução e Interiores Estelares
A Escala do Universo
Via Láctea
Meio Interestelar
Galáxias
Simulações de Interações entre Galáxias
Universo e Cosmologia
Cosmologia Matemática
Telescópios e Instrumentos
Biografias
Auto-testes e Exercícios
Bibliografia
Constantes

©Prof. Kepler de Souza Oliveira Filho

©Profa Maria de Fátima Oliveira Saraiva

Foto Kepler Foto Fatima

Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS

Por que estudar Astronomia? Nosso objetivo é utilizar o Universo como laboratório, deduzindo de sua observação as leis físicas que poderão ser utilizadas em coisas muito práticas, desde prever as marés e estudar a queda de asteróides sobre nossas cabeças, até como construir reatores nucleares, analisar o aquecimento da atmosfera por efeito estufa causado pela poluição, necessários para a sobrevivência e desenvolvimento da raça humana.

Em uma noite sem nuvens, em um local distante das luzes da cidade, o céu noturno pode ser visto em todo o seu esplendor, e é fácil entender porque desperta o interesse das pessoas. Depois do Sol, necessário à vida, a Lua é o objeto celeste mais importante, continuamente mudando de fase. As estrelas aparecem como uma miríade de pontos brilhantes no céu. Entre elas, os planetas se destacam por seu brilho e por se moverem entre as demais.

No Big Bang, que deu início ao Universo, toda a matéria estava concentrada em um único ponto, com temperaturas tão altas que os prótons e nêutrons que formam os átomos ainda não existiam. Existia um mar de energia, matéria e antimatéria. As partículas, quarks e léptons apareciam brevemente, e desapareciam neste mar de energia.

Este texto foi escrito para permitir acesso por pessoas sem qualquer conhecimento prévio de Astronomia e com pouco conhecimento de matemática. Embora alguns capítulos incluam derivações matemáticas, como Insolação, Marés e Leis de Kepler Generalizadas, a não compreensão desses cálculos não compromete a compreensão do texto geral. As sessões de Evolução Estelar e Cosmologia Matemática requerem bom conhecimento de matemática e de física. Mesmo que o leitor pule as seções mais matemáticas, deve obter uma boa visão da Astronomia e Astrofísica.

...dos quarks aos quasares.

O texto não tem a preocupação de ser totalmente original, mas sim de trazer a informação completa em português. Alguns parágrafos consistem de traduções livres de textos estrangeiros.

livro Livro 2a Edição e Errata

Procura (Search) dentro do Hipertexto
Programas Utilizados nos Cursos
Mirrors, Host e Prêmios Recebidos

ceuFoto do céu JPG(269K)

barra
Tutorial do QED - Tabela Anãs Brancas - Tabela ZZ Cetis - SDSS DR1 - DR4
© Os textos, gráficos e imagens deste sítio (site) têm registro: ISBN 85-7025-540-3 (2000), ISBN 85-904457-1-2 (2004) e só podem ser copiados integralmente, incluindo o nome dos autores em cada página. Nenhum uso comercial deste material é permitido, sujeito às penalidades previstas em lei.
©